quinta-feira, 26 de abril de 2018

Alvaro Abreu, "sempre alerta"


Vou lhes falar de um escritor e cronista de largo "pedigree". Tenho injustiçado meu novo amigo Alvaro falando só de suas colheres de bambu. Esta certo que elas já lhe deram mais fama e notoriedade do que suas crônicas. Mas ao lado do habilidoso coelheiro, reconhecido e festejado internacionalmente, convive um cronista de textos maravilhosos. Como não os publica no O Globo ou na Folha de São Paulo tem menos visibilidade. São textos publicados no jornal A Tribuna de Vitória, Espírito Santo e no meu blog Varal de Ideias, para minha honra. Em Cachoeira do Itapemirim ele reina. Não só pela qualidade dos textos quinzenais como porque faz parte (discretamente) da família Braga. E não confundam com a do Roberto Carlos. Ele é um Braga do ramo das letras. E não de música, mas das melhores crônicas da literatura brasileira. Newton e Rubem Braga são seus tios. Isso lhe confere um "pedigree" e tanto. Mas não é fácil ser herdeiro de tamanha herança. Alvaro se saiu muito bem. Com a mesma modéstia e discrição que é marca da família, da continuidade a uma obra literária ainda a merecer atenção. Ele esta "sempre alerta", título de uma de suas recentes crônicas, quando aborda o esoterismo numa praça de São Paulo. Quem não esta "alerta" são os órgãos de imprensa que não o publicam.

Nenhum comentário:

Postar um comentário